Jiu-Jtisu

A história do Vale Tudo – MMA

O boxe e o judô sempre foram as lutas mais conhecidas e divulgadas no mundo. Por terem ido para as olimpíadas, ganharam status e principalmente no caso do boxe, muito dinheiro.

Até o início dos anos 90, esses dois esportes ocupavam os maiores espaços publicitários e da mídia quando se tratavam de artes marciais, mas um competição que gradativamente vem crescendo no gosto popular, surgida há cerca de 15 anos atrás, fundiu todas as artes marciais em uma só e vem ganhando cada vez mais espaço entre os fãs: o vale-tudo.

De uma luta desordenada e sem regras, a modalidade ganhou organização, promoção, regras e um público apaixonado que fez de alguns lutadores estrelas conhecidas em diversos países, marcadamente no Japão.Continue a ler »A história do Vale Tudo – MMA

Família Gracie: a história dos fundadores do Jiu-Jtisu brasileiro

“Se você quer ter sua face esmurrada e arrebentada, seu traseiro chutado e seus braços quebrados, entre em contato com Carlos Gracie no endereço…”. Com este anúncio em jornais da década de 20, Carlos Gracie anunciava seus dotes de luta para poder pagar suas contas e também demonstrar a superioridade do jiu-jítsu (a “arte suave”, em japonês). Ele aprendera as técnicas com um mestre japonês e as adaptava para iniciar a única arte marcial brasileira realmente internacional.

A mensagem do anúncio era ousada. Mas Carlos Gracie, morto em 1994 aos 92 anos, tinha condição disso. Assim como seus irmãos (como Hélio), filhos (como Carlson e Rolls), sobrinhos (como Rickson, Royce e Rorion), netos (como Ryan) e bisnetos. Juntos e com um orgulho familiar incomum, os Gracie aperfeiçoaram a versão brasileira da luta ancestral japonesa com manobras de imobilização que possibilitam a alguém fisicamente mais fraco sobrepujar um oponente mais forte. E desafiaram e derrotaram praticantes de judô, caratê, capoeira, boxe, luta-livre e tantas outras modalidades.

O Jiu-Jitsu brasileiro se espalhou, superou em importância o jiu-jítsu original, triunfou em competições de vale-tudo e transformou o sobrenome Gracie numa marca forte, invejada, respeitada e temida. Que hoje se impõe com cerca de 150 descendentes do clã lutando, administrando academias ou apenas ensinando a arte no Brasil, Estados Unidos, Canadá, Europa, Japão e Emirados Árabes.Continue a ler »Família Gracie: a história dos fundadores do Jiu-Jtisu brasileiro