A importância da mastigação na dieta

Hoje, o adulto pode conservar os dentes durante toda a vida, desde que respeite certas regras de alimentação e de higiene, que cuide deles e que os utilize!

Somos inimigos de qualquer esforço: o que é difícil de mastigar – o bife duro e, em geral, as carnes de lento cozimento – quase não são valorizados e deixamo-as fora de nossa dieta.

No entanto, é ao fazer uso dos dentes que se consegue conservá-los por muito tempo em bom estado. É mais ou menos o que ocorre com os músculos: a atividade conserva-lhes a forma. Além disso, tal exercício cria bons hábitos: o sistema digestivo começa nos dentes. Eles são uma indispensável máquina de trituração. Quando se tem o costume de usa- lós – o que prolonga o tempo de permanência dos alimentos na boca e, por isso, a sua impregnação pela saliva – acaba-se fazenda o mesmo com as massas, os bolos, os purês, enfim, com todo tipo de farináceos que engolimos facilmente de uma só vez, mas que para serem bem digeridos devem estar bem molhados. A saliva exerce, de fato, uma ação química: ela degrada o amido.

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Mastigamos de um modo apático demais, sem nenhuma energia. Os médicos macrobióticos, que preconizam uma mastigação intensa, compreenderam muito bem esse fato.

Alguns alimentos, consumidos em grande quantidade, chegam a devastar a boca. São eles os doces, os alimentos ácidos, as bebidas gasosas e adocicadas. Os doces, sobretudo quando chupados lentamente, perturbam a acidez da boca. O equilíbrio biológico da saliva – a qual banha os dentes – é modificado. Isso se reflete na acidez do suco gástrico e na boa assimilação dos alimentos.

 

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