cocaína

Dependência química da cocaína: brancos são mais suscetíveis

Um entre cinco brancos caucasianos podem carregar uma variante genética que aumenta significativamente a suscetibilidade à dependência química da cocaína.

Esse defeito, caracterizado por uma ou duas alterações nos genes, altera a resposta do cérebro a sinais químicos específicos. De acordo com pesquisadores da Universidade do Estado de Ohio (EUA), que fizeram a descoberta, os portadores da variante têm três vezes mais chances de se tornarem fortes dependentes químicos, a ponto de morrer de overdose, comparando-se às pessoas que não possuem a característica. O estudo será publicado em breve no jornal especializado Neuropsychopharmacology.

As alterações genéticas – tanto sozinhas quanto combinadas – afetam a forma como a dopamina modula a atividade cerebral. A dopamina  é um mensageiro químico vital para regular a função do sistema nervoso central. A cocaína bloqueia a ação dos transportadores da dopamina, fazendo com que eles não consigam absorvê-la. Com isso, assim que liberada, a dopamina ´transborda` das células, criando um sentimento de euforia, o mesmo relatado por dependentes químicos da cocaína.

Clínicas de dependentes químicos: quais as fases que devem ser feitas nelas

O tratamento do dependente químico é longo, complexo, difícil e constituído de fases. Em algumas delas ele deve ser feito preferencialmente em clínicas de dependentes químicos. Não por questão de equipamentos ou outros recursos materiais mas porque experiência, em se tratando de recuperação de dependentes químicos, conta muito e pode representar a diferença entre o sucesso e o fracasso do tratamento.

Aliás esse é um, fator muito importante ao escolher uma clínica de dependentes químicos: a experiência dela e os casos de sucesso em que ela obteve. Embora grande parte do tratamento contra a dependência química dependa do paciente, uma boa clínica pode facilitar muito o processo.

No entanto, mesmo que o tratamento não tenha nenhuma fase feita em clínicas de dependentes químicos, ele consistirá de quatro fases que precisam ser seguidas sobre a risca para garantir o sucesso do tratamento.

As fases do tratamento do dependente químico são as seguintes:

Recuperação de drogados: as “setes regras básicas”

O vício em drogas em é uma doença séria e difícil de ser combatida. Inúmeras pesquisas foram feitas sobre a melhor forma de tratamento para recuperar drogados e a que vem obtendo mais sucesso nas clínicas de recuperação de drogados leva em conta sete regras básicas propostas por Arnold Washton em 1989.

Seguir essas regras não garante sucesso na recuperação do drogado mas, em contrapartida, não seguí-las é certeza do fracasso.

Originalmente essas regras foram formuladas para recuperar o drogado viciado em cocaína mas com o passar do tempo as clínicas de recuperação de drogados foram percebendo que elas podem ser aplicadas em todos os casos de recuperação de dependentes químicos.

Confira as baixas as sete regras básicas:

Tratamento da cocaína: nova vacina pode acabar com a dependência química

Para as milhões de pessoas que sofrem com a dependência química da cocaína, surge uma nova esperança para o tratamento: uma vacina combater o prazer causado pela cocaína.

Por incrível que pareça essa nova vacina para tratamento da cocaína, em fase experimental, é feita da combinação de pedaços de um vírus causador do resfriado e partículas que imitam cocaína, criando um composto que induz o sistema imunológico a combater o princípio da cocaína antes que ele chegue ao cérebro.

Procura do tratamento para a dependência química do crack

O crack surgiu nos Estados Unidos na década de 1980 em bairros pobres de Nova Iorque, Los Angeles e Miami. O baixo preço da droga e a possibilidade de fabricação caseira atraíram consumidores que não podiam comprar cocaína refinada, mais cara e, por isso, de difícil acesso. Aos jovens atraídos pelo custo da droga juntaram-se usuários de cocaína injetável, que viram no crack uma opção com efeitos igualmente intensos, porém sem risco de contaminação pelo vírus da Aids, que se tornou epidemia na época.

No Brasil, a droga chegou no início da década de 1990 e se disseminou inicialmente em São Paulo.

O consumo do crack se alastrou no País por ser uma droga de custo mais baixo que a cocaína refinada (em pó). Para produzir o crack, os traficantes utilizam menos produtos químicos para fabricação, o que a torna mais barata. Ou então utilizam produtos químicos mais baratos, altamente tóxicos, para fazer o crack render mais como cal, cimento, querosene, ácido sulfúrico, acetona, amônia e soda cáustica.

Para popularizar o crack e aquecer as vendas, os traficantes esgotavam as reservas de outras drogas nos pontos de distribuição, disponibilizando apenas as pedras. Logo, diante da falta de alternativas, os usuários foram obrigados a optar e aderir ao uso.

Onde procurar tratamento para a dependência química do crack

Continue a ler »Procura do tratamento para a dependência química do crack